Um ano…
Agora ele é um cheiro, uma boa mesa, um ruído em um sonho, uma flor branca, uma roupa colorida, um bilhete em meio a um livro, uma fotografia gasta pelo afago.
Ele agora é estrela, é grama, é pó. Agora, um pouco dele sou eu, somos nós. É saudade, ternura. Agora ele é “luz”. Luz? Apenas pela velocidade com que foi embora. Sumiu. Acabou. Fim da linha. O descanso eterno.
Ele, agora, não é. E eu sou só vazio.
Levantar e seguir. Os dias são longos e, para muitos, pouco importa o passado.
1 comentário